O Rock in Rio 2026 mostrou o que a Mutum faz sem deixar dúvida: estava estampado nos telões. Nenhum daqueles shows é trabalho nosso, mas o que aparece nas telas é exatamente o que a gente faz.
E a lição que ficou pra mim é que não existe certo ou errado nos visuais de LED. Cada banda, artista e DJ tem sua história, e não tem regra a ser seguida.
Tem show que enche o palco de imagem porque essa é a cara dele. Tem show que dá a maior parte do telão pra quem está cantando, porque é isso que o público quer ver, e o visual cabe na parte menor. E tem quem quase não use a tela, e se o álbum é dessa temática, tá valendo.
O que importa é o show, as telas e a luz imprimirem a identidade do artista. Isso não vem pronto com o LED. Alguém lê o conceito do show inteiro e decide o que a tela faz: pode ser música por música, por blocos, com blocos que se repetem, ou até não ter nada na tela. Depende do show.
É esse o trabalho da Mutum, e o que eu mais amo fazer: imprimir a identidade de quem está no palco. Cada show que a gente concebe é um mergulho, uma viagem pra dentro de universos que, muitas vezes, a gente nem conhecia. Assim como a música tem esse poder, os visuais também têm.
No carrossel abaixo separei alguns shows e o que cada um me mostrou sobre isso.
Se você produz show, turnê ou premiação e está decidindo o que vai rodar na tela, me manda uma mensagem direta. O show tem mais a dizer.
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