A tela faz parte do show, não é o fundo dele
O telão está no palco o show inteiro. Ele é a única coisa que acompanha todas as músicas, e por isso ele é o elemento que mais define se o show parece uma coisa só ou uma sequência de faixas.
Nós começamos pela leitura do show inteiro. Depois, dependendo do projeto, a direção vai música por música, por bloco ou por blocos que se repetem. Quem define isso é o repertório, não um formato fixo que vendemos.
O que entregamos
- Telas por música, com linguagem própria para cada faixa
- Abertura de show e entrada do artista
- Interlúdios e passagens entre blocos do repertório
- Narrativa visual que atravessa o show e amarra o conjunto
- Adaptação por casa, quando a turnê passa por palcos de formatos diferentes
- Conteúdo para gravação ao vivo, DVD e registro audiovisual
Antes da imagem, a obra
Somos um estúdio nascido do encontro entre design e música. Antes de criar qualquer imagem, desmontamos ritmo, pausa, virada, silêncio e intenção.
É isso que faz diferença numa balada que precisa segurar o público parado e numa virada que precisa explodir. As duas coisas são resolvidas com imagem, mas não com a mesma imagem, e essa decisão não se toma olhando a capa do disco.
Do pagode ao Golden Globes, a leitura muda. O método nunca.
Onde entramos melhor
Na maior parte dos projetos, a tela é pensada depois que o repertório e a ordem já fecharam, e a gente faz um ótimo trabalho dentro disso.
Mas o melhor projeto acontece quando entramos antes: junto da produção, enquanto a estrutura do show está sendo montada. Show organizado em arcos, com blocos claros, é show que a tela consegue sustentar do começo ao fim. Se essa conversa ainda está aberta no seu projeto, é onde a gente rende mais.
Turnês e shows que já assinamos
Turnê Estrada, do Péricles. 26 músicas, 26 leituras diferentes. Em "Melhor Eu Ir", a música que abre o show, descartamos três caminhos antes de chegar em fragmentos de um término em plano fechado: uma lágrima, uma aliança, uma maçaneta que ameaça abrir e não abre, e um copo com duas escovas de dente, de onde uma mão tira uma.
Turnê Tempo Rei, de Gilberto Gil. Animação de 16 das 35 músicas, a convite do Estúdio Radiográfico.
Alceu Valença, 80 Girassóis.
Quem nos contrata
Produtora executiva e diretora de produção de shows e turnês, escritório de management e gestão de carreira, diretor artístico e cenógrafo, e a produtora responsável pelo festival ou pela data.
Quase nunca é o artista que nos contrata. É quem cuida da imagem do artista.
Perguntas frequentes
Vocês alugam o telão?
Não. Criamos o conteúdo que passa nele. Trabalhamos com o fornecedor de LED que já está na produção, no formato e no frame rate que o sistema dele pede.
Quanto tempo antes da estreia vocês precisam?
Quanto mais cedo, melhor, e sabemos que raramente é cedo. Já entregamos show inteiro em janela curta. O que muda com o prazo é o escopo possível e a condição de urgência, que fica combinada por escrito antes de começar.
Dá para fazer só algumas músicas?
Dá. Nem todo show precisa de tela em todas as faixas, e às vezes a decisão certa é justamente essa. A leitura do repertório é o que define.
E quando a turnê passa por palcos diferentes?
A adaptação por casa entra no escopo quando a turnê exige. Fica definido na proposta quantos formatos estão inclusos e o que caracteriza versão nova.
Vocês operam no dia do show?
Não está incluso por padrão, e pode ser contratado à parte. Por padrão entregamos os arquivos prontos para a operação da produção subir.
Conversamos?
Se você tem um show com data e telão, vale uma conversa de 20 minutos para entender se faz sentido trabalharmos juntos.
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